
Por Telga LimaLogo, logo é abril.
Minha gata persa dependura-se nas janelas a espreitar as chuvas de março.
Logo, logo março acabará e meus sentimentos úmidos ficam a espera de um vento mais quente soprar, pela mesma janela de onde vejo as folhas encharcadas de março.
A clássica torrencial chuva que cai pela madrugada, nesta época do ano, deixa-me com receio, de que o tempo não mude mais, de que as folhas não possam mais reluzir, nem encharcar os nossos olhos de esperança.
Em setembro será primavera, longa primavera que esperarei chegar, para que nasçam flores, para que você renasça, para que eu renasça tão logo o tempo passe, tão logo a chuva abrande.
Minha gata persa dependura-se nas janelas a espreitar as chuvas de março.
Logo, logo março acabará e meus sentimentos úmidos ficam a espera de um vento mais quente soprar, pela mesma janela de onde vejo as folhas encharcadas de março.
A clássica torrencial chuva que cai pela madrugada, nesta época do ano, deixa-me com receio, de que o tempo não mude mais, de que as folhas não possam mais reluzir, nem encharcar os nossos olhos de esperança.
Em setembro será primavera, longa primavera que esperarei chegar, para que nasçam flores, para que você renasça, para que eu renasça tão logo o tempo passe, tão logo a chuva abrande.









