sexta-feira, 24 de julho de 2009

Johnny Depp

Estreia hoje nos cinemas.
Inimigos Públicos e Johnny Depp - Drama Policial com toque noir.
Adaptação do romance de Bryan Burrough
Veja a programação: Cinemark e moviecom

Em 2010, Johnny vem como o Chapeleiro Maluco no filme “Alice no País das Maravilhas”.
Uma versão com uma grande carga de efeitos especiais.
Esperamos as sombrias criações típicas do diretor Tim Burton.
No papel de Alice está a desconhecida Mia Wasikowska, uma australiana de 19 anos. O elenco também tem Anne Hathaway como a Rainha Branca e Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas.


sábado, 18 de julho de 2009

Agende-se!

Diogo Guanabara & Macaxeira Jazz lança o álbum “Capanga Moderna” nesta terça-feira (30) no Teatro Cultura Popular. Serão duas apresentações, às 19h e às 21h.

É punk, é moda.
Adotem o curto, mostrem a nuca.
Com exageros ou sem exageros, quem se despede das longas madeixas ganha um ar de moderninha no visual. Eu cortei polegadas da minha cabeleira que fez parte do meu look durante longos anos da minha vida.
Os fios "claudiaohanez", deram lugar a um curto loiro irregular que adorei.
Nuca livre, sensualidade aflorada e de quebra, muitos elogios. êba, adoro!O sol vem aí e essa tendência é forte para o verão. CORAGEM!
Alexa Chung
Rihanna

Vanessa Camargo




quinta-feira, 16 de julho de 2009

BÁRBARO


Eu sou fã de renda irlandesa, croche, bordado e frivolitê. Tenho toalhas com ponto de frivolitê que foram feitas pela minha mãe.
Para quem curte acessórios lúdicos, a Sotackes, tem uma infinidade de coisas delicadas como essas bolsas. Você pode adquirir qualquer peça pelo site e ficar linda para o verão.


Acabei de chegar da livraria Siciliano.
Estava no lançamento do segundo livro do meu amigo Patrício Jr. “A cega natureza do amor”. O livro traz contos tristes, alegres, analíticos, terrivelmente reais e uns tantos outros que são pura fantasia, como define o próprio autor.
Olhem só eu aí toda orgulhosa na foto mostrando o livro que dentro de alguns minutos estará na minha cabeça.
Gente como a peste e muitas surpresas:
Um casal à porta da livraria representava a imagem da capa do livro, assim mesmo como na foto. Logo de cara, esta cena abriu à porta da imaginação de quem adentrava o recinto(rs). "Adentrar", palavra ótima essa. Mas gostei de cara. Muito louco.
Lá, no auditório da livraria, havia uma tenda preta e dentro estava totalmente escuro. Antes de matar a curiosidade os visitantes pegavam uma lanterna e seguiam para desvendar o mistério. Lanterna acesa e, tcham, tcham, tcham, tcham: Fotos enormes do ensaio que foram feitas para ilustrar o livro.
Acho que fui a primeira a chegar à livraria, no entrando não tardou para que publicitários e jornalistas tomassem conta da área (rsrsrrsr).
Um sucesso.
Boa noite. Vou lá ler meu livro.

sábado, 20 de junho de 2009


Por Telga Lima
Começo, meio e fim.

São 13hs51 de um domingo ensolarado de doer.
Um dia normal, um domingo como o domingo passado, como a maioria dos domingos. A TV está ligada sem áudio e o MSN está programado no status "ausente", o que me possibilita deixá-lo em stand by a fim de que eu possa ir para a cama, arrumar os travesseiros e tentar me lançar em uma leitura que me faça pegar no sono e sentir que o dia está mais tranquilo. Daqui a algumas horas será segunda-feira.
Antes que os minutos deste dia, 14 de junho, acabem; antes que esse começo culmine em um fim inevitável e a segunda-feira bata à minha porta, refleti sobre algumas coisas da vida.
Não existe desamor, penas um começo, um meio e um fim.
Deste então, é verdade, não parei de analisar os começos, os meios e os fins.
Os fins, para mim, sempre terminam quando ainda existem um sabor de começo e acredito sim, acredito, sinceramente, que este sabor de começo me faz pensar que o fins estarão sempre distantes.
Acabei voltando para o computador ávida por encontrar Virgínia, minha amiga de todas as horas, para dizer-lhe que estava lendo novamente o livro "Para Francisco", de Cris Guerra, e que mais uma vez me engasguei e chorei compulsivamente, enquanto o lia. Estava angustiada e precisava falar com alguém, com ela em especial, que é tão sensível e inteligente.
Ela estava lá, pesquisando outras culturas e se estarrecendo com suas diferenças. Por sorte, naquele instante, eu a encontrei e foi como se tivesse pego um bote salva vidas; isso me fez cessar os soluços. Lentamente tudo foi voltando ao normal; minha percepção do real e o meu rosto que estava ainda rubro e levemente inchado.

domingo, 7 de junho de 2009

Por Telga Lima

Joss Stone canta sua voz só pra mim, neste meu dia pesado.
É hora do almoço e a fome não bate à porta das minhas necessidades.
Alguém pode me ouvir?
Não! Fico então com a poesia de  Pablo Neruda.

“Talvez bem tarde nossos sonos se uniram na altura e no fundo, em cima como ramos que um mesmo vento move, em baixo como raízes vermelhas que se tocam. Talvez teu sono se separou do meu e pelo mar escuro me procurava como antes, quando nem existias, quando sem te enxergar naveguei a teu lado e teus olhos buscavam o que agora - pão, vinho, amor e cólera - te dou, cheias as mãos, porque tu és a taça que só esperava os dons da minha vida”. ( Trecho do poema "A noite na Ilha", de Pablo Neruda)