quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Virgínia Azevedo, me escreveu hoje pela manhã:
- Olha que poema lindo! Florbela Espanca foi uma poeta portuguesa, que morreu muito cedo, aos 36 anos. Tinha uma sensibilidade muito grande.
Beijos.
- Muito bom isso, amiga. Obrigada.

Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui...além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente
Amar!Amar!E não amar ninguém!

Recordar?Esquecer?Indiferente!...
Prender ou desprender?É mal?É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó,cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

Um comentário:

Anônimo disse...

você se desnuda completamente quando escreve, tamanha sua sensibilidade! E o resultado é que nos presenteia com aquilo que nós chamamos de Vida; porque quando você vomita tudo que está dentro, o que sai é vida! Vida que foi, que vai, que ainda está por vir...

Beijos de sua amiga

Virgínia